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FOGO NO PARQUINHO: Presidente do Sindicato dos Servidores denuncia ataques e registra B.O. "Não vão nos calar"

  • Adilson de Lucca
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

O bicho tá pegando pelos lados dos Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Públicos Municipais de Marilia. A presidente do órgão, Vanilda Gonçalves de Lima, afirmou que tem lidado com perseguições e ataques por exercer sua função em um ambiente tradicionalmente dominado por homens.

A assessoria de imprensa dela divulgou que "com trajetória marcada pela dedicação à educação e aos direitos humanos, Vanilda não apenas superou obstáculos pessoais, mas conquistou representatividade e reconhecimento na defesa dos trabalhadores. No entanto, desde que assumiu a presidência do sindicato, tem sido alvo de ações misóginas e ofensivas, tanto no ambiente físico quanto digital".

Denúncias e medidas legais

Segundo Vanilda, as agressões se intensificaram nos últimos meses. Além de comentários depreciativos e ataques virtuais, um servidor municipal teria registrado sua imagem sem consentimento e divulgado mensagens difamatórias. Não foi divulgado o nome do acusado.

Frente à situação, ela procurou apoio jurídico e registrou um boletim de ocorrência, o que levou à emissão de um mandado cautelar que determina o afastamento do agressor por até 200 metros.

Mesmo com a decisão judicial, ele teria desrespeitado a ordem de distanciamento em uma assembleia recente, gerando preocupações sobre sua segurança. Para Vanilda, o episódio reforça a necessidade de combate à misoginia e ao machismo, ainda presentes nas estruturas sindicais e institucionais.

Resistência

Diante dos ataques, a sindicalista reafirma "sua postura combativa e pede apoio às mulheres do Coletivo Mulheres de Marília. Em carta endereçada às lideranças, ela destaca que a união é essencial para fortalecer a luta contra a discriminação e garantir espaços de poder para lideranças femininas".

O caso reforça a importância de políticas de igualdade e medidas efetivas para proteger mulheres vítimas de violência institucional. Vanilda segue firme: "Não vão nos calar!".



 
 
 

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